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Edson Alves

Sobre o autor

Edson Alves é jornalista e radialista formado em Comunicação Social (RTV) pela Fundação Cásper Libero e formado em Letras (Inglês/Português) pela Faculdade Sete de Setembro em Paulo Afonso/BA. É correspondente em diversas emissoras da região de AL, BA, SE
Postada em 04/10/2019 19:11 | Atualizada em 04/10/2019 23:52
MPE solicita prisão de prefeito e vereadores em Delmiro Gouveia
*Um ex-secretário, um empresário e um ex-vereador também estão envolvidos. Foram solicitados o afastamento de secretários e servidores.
Foto: Internet

Na tarde da última sexta-feira (3), a cidade de Delmiro Gouveia acompanhou a divulgação do pedido de prisão do prefeito Eraldo Joaquim Cordeiro (PSD), de secretários da gestão dele, além de ex e vereadores do município.

A normativa foi solicitada no dia 26 de setembro, através do procurador-geral do Ministério Público Estadual (MPE), Alfredo Gaspar de Mendonça Neto.

O MPE solicitou ao Tribunal de Justiça (TJ/AL), a prisão do prefeito e dos vereadores, Ezequiel de Carvalho, conhecido como Kel (PSB), presidente da Casa Legislativa; Fabíola Marques (PSL), Francis de Assis, conhecido como Kinho (PRB), Júnior Lisboa (MDB) , Raimundo Valter, conhecido como Casa Grande( PPS), Marcos Costa (MDB), além do ex-vereador do município, Valdo Sandes, que também foi prefeito interino.

Na lista de secretários, Patrícia Brasil, da pasta do Turismo, Estevão Firmo, de Agricultura, Jasiel Belizário, a frente da pasta Meio Ambiente e Paulo Campos, chefe de gabinete, tiveram o pedido de afastamento dos cargos solicitado pelo procurador-geral.

Os secretários que já passaram pela gestão e que hoje em dia, não exercem nenhuma função, também aparecem na lista de afastamento. São eles: Silvio Clécio (Governo), Raul Santos (Finanças), Pedão (Infraestrutura), Lurdinha (Assistência Social), Ib Heber Pita (Saúde), Luciano Aguiar (Meio Ambiente), entre outros.

Gilberto Pitágoras que está à frente da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), também aparece como solicitado para ser afastado do cargo.

Ao todo, 57 nomes são citados pelo órgão que determina que os mesmos não disponham de cargo público no município.

Ainda de acordo com o procurador-geral, a suspeita é desvio de milhões de reais em contratos de licitação realizados na atual administração. A decisão dos pedidos de prisão e afastamento vai ser realizado pelo TJ.

*Informações: Radar Notícias

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