
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu, nesta terça-feira (6), o homem suspeito de envolvimento na morte do professor de educação física José Neilton Ferreira de Souza, de 60 anos. Ele foi encontrado morto dentro do apartamento onde morava, no bairro do Antares, na parte alta de Maceió, na manhã da última segunda-feira (5).
De acordo com a polícia, o suspeito foi localizado e foi conduzido para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), situada no bairro da Chã de Bebedouro, onde passa pelos procedimentos legais.
José Neilton foi encontrado sem vida, após moradores do prédio acionarem a polícia ao estranharem a ausência prolongada do professor, que costumava manter contato frequente com vizinhos. Diante da falta de respostas às tentativas de contato, equipes da Polícia Militar foram chamadas ao local.
Segundo relatos de moradores, o professor teria sido visto entrando no apartamento na noite de domingo (4) acompanhado de um homem. Horas depois, ainda conforme os relatos, apenas esse homem deixou o prédio.
Áudios que circulam entre moradores do edifício apontam que imagens do sistema de câmeras de segurança reforçam essa versão, mostrando a chegada da dupla e, posteriormente, apenas um homem saindo do local, supostamente utilizando o veículo da vítima.
Ainda conforme informações repassadas por moradores à polícia, o carro e o telefone celular de José Neilton não foram encontrados dentro do apartamento. Diante da situação, a porta do imóvel precisou ser arrombada, e o corpo do professor foi localizado no interior do apartamento, já sem sinais vitais.
Equipes do Instituto de Criminalística (IC) realizaram os primeiros levantamentos no local, que apresentava indícios de violência, e o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML). Exames periciais devem esclarecer a causa da morte, que ainda não foi oficialmente confirmada.
José Neilton Ferreira de Souza era bastante conhecido na região por ser proprietário de uma academia no Loteamento Acauã, também na parte alta da capital, e sua morte causou comoção entre alunos, amigos e moradores da comunidade.
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que outras diligências não estão descartadas. O caso permanece sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, que trabalha para esclarecer a dinâmica do crime e a possível motivação.

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