
Uma boa dor de cabeça.
O ASA conseguiu sair rápido de uma oscilação de desempenho. A equipe mostrou-se instável em determinados momentos de partidas consecutivas.
A princípio, Itamar Schülle achou uma soulção tática ao optar pela mudança do esquema tático, saindo do 4-2-3-1 para o 3-5-2.
Foi com essa formação que o time fez o melhor jogo da temporada, contra o Sport pela Copa do Nordeste e na sequência na vitória sólida e incontestável contra o Atlético de Alagoainhas, pela Série D.
Além de um melhor encaixe tático, um time mais organizado e melhor ocupação de espaços, a mudança do esquema parece ter potencializado individualmente alguns jogadores. O reflexo do coletivo fortalecendo o individual.
O ASA é um time com jogadores que têm características técnicas. Então, quanto mais aproximação, transição rápida buscando a profundidade, jogo apoiado e progressão em bloco, o jogo destes jogadores será fortalecido.
Vem daí o 'problema' para o técnico alvinegro resolver. Especialente no setor de meio-campo.
O 3-5-2 melhorou o jogo de Higor Leite, que agora mais próximo do gol e da área para fazer o jogo entrelinhas, controla etemporiza mais o jogo. Sammuel, dentro desta ideia, não precisa buscar a bola no pé dos defensores, ocupa melhor espaços e fica mais próximo do ataque para utilizar uma de suas melhores características: o passe para frente.
Além dos dois, Schülle ainda conta com Motta, que utiliza sua dinâmica para ajudar nas aproximações; e Yohan, esse com características de um meia-atacante, que também chega na área.
Para quem antes estava quebrando a cabeça para escolher um padrão tático que desse equilíbrio e solidez para a equipe, agora parece ter encontrado uma saída.
E a grande questão torna-se justamente as escolhas. Entre quem jogar e qual formação utilizar. O grande ponto positivo em toda esta boa situação, foi o aumento do repertório tático, com possibilidades de utilizar as individualidades de jogadores diferentes e de formas distintas.

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