
Mudança de rota para diminuir deficiências.
A turbulência e cobranças deram lugar ao que era calmaria no ambiente do ASA.
Em campo, bons rendimentos foram ofuscados por mais derrotas em finais - até aquela que não valia muita coisa.
Alguns atletas saíram, outros estão chegando. Assim como a troca no setor de futebol, o executico de futebol Renan Mobarack deu lugar a Francisco Sales.
No entanto, os questionamentos externos giram em torno do perfil de contratações. Apontamentos embasados no próprio discurso do clube. Uma vez que a promessa era contratar pontualmente, com jogadores de níveis iguais ou mais elevados que os titulares. Porém, pelo menos até o momento, a prática está distorcida da verbalização inicial.
Algumas contratações foram meras apostas; outros jogadores chegaram sendo reservas dos seus clubes anteriores e outros não vinham atuando há meses.
O elenco enfraqueceu. Itamar Schülle tem poucas peças de reposição neste momento. O desgaste da sequência de jogos atrapalha quem tem poucas alternativas que possam impactar ou mudar cenários de partidas.
Por isso, a prática deve estar alinhada com o discurso inicial. As contratações precisam ser ainda mais assertivas, pontuais e precisas. Sem apostas. Porque o planejamento inicial foi para o saco. E agora o setor de futebol do clube terá que "trocar o pneu com o carro andando" - o que no futebol é um fator bem mais complexo.
Uma total redefinição de planejamento para minimizar as limitações atuais de um elenco que ficou fragilizado.

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