
Foi por pouco. Bem pouco.
Enfrentar o Sport na Ilha do Retiro nunca foi uma parad fácil. O 'Leão" sempre foi um bom mandante e em 2026 perdeu apenas uma partida jogando em seus domínios.
Na Copa do Nordeste, em jogo único, o nível de competitividade subiu. Quem venceu, venceu no detalhe. E que detalhe. Um golaço de falta do lateral-esquerdo Felipinho deu a classificação para o Sport.
O favorito passou de fase. Mas o jogo poderia ter outro desfecho, através da performance do time alagoano.
Para a partida, o técnico Itamar Schülle optou pelo 3-5-2 como esquema.
A ideia era defender bem e buscar as costas da defesa do rubro-negro. Deu certo. Em vários momentos o ASA conseguiu gerar vantagens e crias situações claras de gol.
O time alvinegro se organizava no memento sem a bola num 5-3-2. A intenção era não deixar o Sport gerar superioridade na última linha e bloquear os espaços à frente da área. Como o time pernambucano ataca com muita gente, o Alvinegro conseguiu inibir praticamente todas as jogadas de infiltração ou inversões na diagonal.
No início, o Sport teve boas chances, mas não teve tanta efetividade.
Na segunda parte do jogo, Schülle mexeu na equipe. No entanto, as ações ofensivas deixaram de levar perigo. A organização defensiva manteve-se organizada, o jogo estava se encaminhando para um ampate, até que veio a bola parada e decidiu para o Leão.
Para o torcedor alvinegro fica aquele gostinho de que "dava para ganhar". E realmente deu. Contudo, faltou capricho nas chances criadas.
No que diz respeito ao desemepenho, foi o melhor jogo do ASA na temporada. Os níveis foram elevados. A equipe foi extremamente organizada taticamente, conseguiu agredir o adversário através do plano de jogo e tecnicamente teve personalidade para jogar.
Todos estes fatores criam uma 'responsabilidade boa' para os jogadores. A de que o nível de atuação pode ser elevado e o rendimento pode ser melhor gradativamente para a sequência da temporada.

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