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Alagoas
Postada em 08/05/2019 14:14 | Atualizada em 08/05/2019 14:16 | Por Agência Alagoas
Mais de 67 mil pessoas foram atendidas nas Unidades mantidas pela Sesau
Além dos 34 mil assistidos pelos cinco Ambulatórios, HGE atendeu mais de 14 mil pessoas
Hospital de Emergência Daniel Houly - Foto: Agência Alagoas

Responsáveis pelos atendimentos pré-hospitalar e hospitalar de Média e Alta Complexidade em Alagoas, os oito principais serviços mantidos pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) atenderam 67.779 usuários durante o mês de abril. Os dados foram computados nesta quarta-feira (8), após levantamento realizado pelo Centro de Processamento de Dados (CPD) da Superintendência de Atenção à Saúde (SUS).

No ranking de atendimentos realizados pelas unidades vinculadas à Sesau, o Hospital Geral do Estado (HGE), localizado em Maceió, aparece na primeira posição, com 14.050 pessoas assistidas. O que chama a atenção é que, mesmo sendo uma unidade especializada em politraumatizados, a maioria dos pacientes – 10.062 – necessitou de assistência em razão de casos clínicos, que deveriam ser tratados na Atenção Básica.

O relatório mostra, ainda, que foram realizados 2.339 atendimentos a vítimas de acidentes casuais e 275 a pessoas que ficaram feridas durante colisões automobilísticas. Os acidentes com motocicletas levaram 262 pessoas ao HGE em abril deste ano e 140 alagoanos foram submetidos a cirurgias eletivas no mesmo período. A unidade também atendeu 117 pessoas que sofreram agressão corporal e 216 vítimas de acidentes de trabalho durante os 30 dias do mês passado.

Ainda durante o quarto mês deste ano, 58 vítimas de agressão por arma branca foram assistidas pelo HGE, bem como, 60 por arma de fogo, 63 por atropelamento e 21 por capotamento. Também foram atendidas 45 pessoas que sofreram queimaduras, 36 que tentaram suicídio e duas vítimas de violência sexual, além de 73 que receberam assistência do serviço de otorrinolaringologia.

Os números, segundo o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, comprovam que a Atenção Básica, também conhecida como Atenção Primária, deve ser fortalecida. “O HGE é uma unidade de emergência, que só deve atender casos de maior gravidade. O que vemos, no entanto, todos os meses, é que a maior parte dos atendimentos são casos clínicos, que deveriam ser tratados nos municípios de origem dos pacientes. Por isso, iremos potencializar os investimentos na saúde básica, porque comprovadamente ele resolve mais de 80% dos serviços de saúde”, salientou.

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