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André Avlis

Sobre o autor

Radialista, natural de Maceió, cresceu em Arapiraca e trabalhou nas rádios, Cidade, A Voz do povo é a voz de Deus, Metropolitana FM, Novo Nordeste, Nova FM e atualmente trabalha na Pajuçara FM.
Postada em 15/07/2019 07:44
BRASILEIRÃO: Um VAR que ajuda, e também atrapalha
Na 10ª rodada do Brasileiro, a polêmica da vez aconteceu no jogo entre Vasco e Grêmio.

Se tem VAR, tem polêmica. Mais uma vez a nova ferramenta do futebol tem destaque e não tão bom.

A revolução tecnológica que chegou no futebol para deixá-lo mais justo, em contrapartida, mais frio.

O VAR é necessário sim. Porém, com ressalvas. Os números de acertos da arbitragem aumentou de forma considerável. As decisões acertadas com seu auxílio chega a 97,1%, segundo dados da CBF e o Presidente da Comissão de Arbitragem, Leonardo Gaciba.

Uma parada que ajuda, muito. Mas tem suas falhas. Na maioria delas gritantes e grotescas. Vimos erros graves na Libertadores, Copa do Brasil e até na Copa do Mundo (masculina e feminina). Aqui no Brasil, foi implantado de supetão. De goela a baixo. Por isso o despreparo em algumas situações. Mas, é o Brasil, né!? "Normal".

Dessa vez a "vítima" foi o Vasco. No início do segundo tempo, Pikachu fez o que seria o segundo gol do time carioca na partida. Uma jogada bem trabalhada e um bonito gol. Tava tudo certo, até o árbitro Rodolfo Toski Marques revisar o lance no seu "amigo" VAR. E no fim, gol anulado. Em meu ver, de forma totalmente equivocada. Lá da cabine secreta, os que ajudam viram uma falta do atacante Rossi no início da jogada. Para mim, nada de anormal. De quebra, cartão para o jogador da Colina.

A pergunta é: Se é uma tecnologia para auxiliar, por que deixar a última palavra com um ser humano? No caso, o árbitro central.

O termo "interpretativo" é o que quebra. Pois, o lance pode ser mostrado, revisado, analisado, mas a última decisão é de quem de fato tem o poder em campo. Ou seja, se o árbitro tiver convicto em sua opinião e análise, tanto faz se o VAR está certo ou errado. Na maioria das vezes está certo, obviamente. E já vimos situações em que o árbitro mesmo vendo as imagens, marcou de forma equivocada a infração.

Portanto, é sim um auxílio. Algo que ajuda e deixa o futebol justo. Mas tem que ser trabalhado, melhorado, preparado e revisto. Alguns conceitos geram situações como essa do jogo de Vasco e Grêmio. Onde o time do Rio saiu prejudicado. Caso isso não mude, vamos discutir a mesma coisa, a cada dia que passar. Vai virar algo clichê. Que um dia isso melhore.

Oremos e esperemos...

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