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Política
Postada em 12/09/2021 18:50 | Atualizada em 12/09/2021 20:43 | Por Todo Segundo
Com 100% das urnas apuradas, Téo Higino é eleito prefeito de Campo Grande
Cícero Pinheiro chegou a comemorar a vitória, mas foi surpreendido com um final da apuração. A diferença foi de 9 votos
Por diferença de 9 votos, resultado das urnas elege Téo Higino a prefeito de Campo Grande - Foto: Divulgação

O Republicanos, Téo Higino foi eleito, neste domingo (12), prefeito de Campo Grande, no Agreste de Alagoas. Cícero Pinheiro (MDB) chegou a comemorar a vitória, mas foi surpreendido com 100% das urnas apuradas.

Com 3.270 votos (49,83%), o candidato Téo Higino venceu o pleito por apenas 9 votos de diferença. Atrás dele, Cícero Pinheiro, que liderava durante a apuração, obteve 3.261 votos (49,70%). Maria Inês (Democratas) teve 31 votos (0,47%).

Téo Higino é vereador e sobrinho do ex-prefeito Arnaldo Higino. Além de Pinheiro e Higino, estava concorrendo ao cargo Maria Inês Correia (Democratas). O pleito foi marcado por prisões, reviravoltas e pela atuação das polícias e da Justiça eleitoral.

Em Campo Grande as eleições suplementares foram determinadas pelo Tribunal Regional Eleitoral, após o plenário da Corte indeferir o registro de candidatura de Arnaldo Higino (PP), ex-prefeito do município, condenado por improbidade administrativa. Ele havia sido reeleito no pleito padrão, com 51,40% dos votos, e derrotou o candidato Cícero Pinheiro, que obteve 48,11% dos votos.

Prisões

De acordo com as informações da assessoria do Tribuna Regional Eleitoral (TER-AL), duas pessoas foram presas logo após o início das eleições no município de Campo Grande, neste domingo (12). A primeira prisão em flagrante ocorreu na Escola Douglas Apratto, na Seção 122, por um dos servidores da Justiça Eleitoral, que, ao avistar o eleitor filmando a urna eletrônica, deu voz de prisão.

A segunda ocorrência foi registrada na Escola Enaldo Higino, Seção 148, onde uma eleitora também estava filmando a urna eletrônica.

Após os flagrantes, os eleitores foram encaminhados por uma guarnição da Polícia Militar (PM) à base da Polícia Federal (PF) montada no município, onde foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).

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