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André Avlis

Sobre o autor

Radialista, natural de Maceió, cresceu em Arapiraca e trabalhou nas rádios, Cidade, A Voz do povo é a voz de Deus, Metropolitana FM, Novo Nordeste, Nova FM e atualmente trabalha na Pajuçara FM.
Postada em 14/11/2019 07:51 | Atualizada em 14/11/2019 08:14
ASA: Os ídolos alvinegros merecem mais reconhecimento
Jogadores que marcaram época no clube passam despercebidos e até esquecidos.

Eu, como amante do basquete, percebi algo, principalmente na NBA.

Lendo, vendo e pesquisando, os ídolos dos times (chamados de franquias) são tratados como lendas - não deixam de ser. Lá, a atitude máxima para com o jogador que fez história com determinada camisa, é aposentar seu número. Sua camisa e número são elevados nos ginásios e ficam expostas para sempre. Ou seja, eternizam o nome de quem tanto fez.

A bola laranja entrou nessa conversa para ilustrar alguns fatores. A gratidão, o respeito e o reconhecimento.

No aniversário do Gigante, pude escrever e descrever um texto onde coloquei nomes de ídolos que venceram e marcaram época no clube. Algo simples, que felizmente chegou em alguns e a gratidão por terem seus nomes citados e eternizados em poucas linhas foi imensa.

Vocês devem se perguntar aonde eu quero chegar com tudo isso. Eu explico.

Em meu ver, já está na hora de ter um lugar para eternizar quem passou e fez história. Uma parede com placas, um mural com nomes, fotos, entre outras coisas. Mesmo na atual situação, obviamente que não dá para parar e realizar tal ideia de imediato. No entanto, algo já deveria ter sido pensado. É a chamada gratidão por quem suou, honrou e conquistou com a camisa alvinegra.

Os incontáveis nomes merecem ser eternizados. Nada mais justo.

Nada mais justo que imortalizar Acebílio e Sessé; Bió e Berinho; Freitas Nascimento. Nada mais justo que agradecer os heróis de 2000; os campeões de 2001, 2003, 2005, 2009 e 2011. Nada mais justo que lembrar ainda mais de quem viveu e venceu uma batalha lá no Acre.

Claro, a história não se apaga. Mas pode ser contada. Eternizada com simples atitudes e ideias.

Nada apagará o que Jota fez ou o que Delmir defendeu. Fuscão merece ser lembrado, assim como Cebola. Jaelson foi homegeado, mas merece mais. Moisés, Didira e André Nunes, idem. E sim, cito esses pois estão mais próximos. Estão aqui. Como tantos outros.

Tal atitude é elevar ao máximo a palavra gratidão. Ela que é a memória do coração. Memórias que as vezes se vão com o tempo. Por isso o "imortalizar" é um gesto grande.

Grande, assim como quem passou, venceu, conquistou. Grande como a história. Gigante como o ASA.

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