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André Avlis

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Radialista, Cronista e Comentarista Esportivo!
Postada em 03/04/2025 08:33 | Atualizada em 03/04/2025 08:35

ANÁLISE: Com Jeferson 'milagreiro', CSE para o CSA com estratégia bem executada

Jogo de volta da Seletiva da Copa do Brasil acontece neste domingo (6), às 17h, no Estádio Juca Sampaio
Jogo entre CSA e CSE - Foto: ASCOM/CSE

O ferrolho tricolor e um paredão na meta.

CSA e CSE empataram por 0 a 0 em confronto válido pelo jogo de ida da Seletiva da Copa do Brasil, nessa quarta-feira (2), no Estádio Rei Pelé. O jogo de volta acontece neste domingo (6), às 17h, no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios.

O técnico Higo Magalhães utilizou uma de suas alternâncias táticas para o confronto. Escalou o time com três atacantes utilizando outra variação. O 4-3-3 se transformou num 4-3-1-2 a partir da escolha dos dois centroaventes (Igor Bahia e Tiago Marques).

A ideia era ter Brayann armando as jogadas, caindo pelo lado direito de ataque, junto da movimentação e flutuação de Guilherme Cachoeira entrelinhas, se aproximando dos dois atacantes de referência. 

O objetivo era criar igualdade e superioridade numérica na última linha, uma vez que o CSE defendia com uma linha de cinco.

A equipe azulina teve mais posse, volume de jogo, presença ofensiva, criou algumas chances, mas não transformou todos estes aspectos favoráveis em gols. E quando criou, além da ineficiência, esbarrou em mais uma extraordinária atuação do goleiro Jeferson.

A estratégia do CSE esteve bem clara desde o início do jogo. O plano era: levar o jogo para casa sem desvantagem.

O técnico Parreirinha escalou o tricolor no 3-5-2. A equipe marcava em bloco médio/baixo utilizando cinco jogadores na última linha, fazendo um 5-4-1. A ideia era diminuir o campo de ação do CSA utilizando uma marcação compacta, justa, congestionando o centro do jogo e fazendo dobras nos corredores.

Esta ação no momento sem a bola deixava os espaços mínimos, eram 20 ou 30 metros para o preenchimento de espaços de muitos jogadores.

Em contrapartida, o plano ofensivo era buscar contra-ataques em velocidade para criar situações ofensivas. O que pouco aconteceu durante toda a partida.

A estratégia foi bem executada. O CSA não conseguiu encontrar uma dinâmica ou criar mecanismos para quebrar o balanço defensivo do CSE, para infiltrar no ferolho montado pelo tricolor. E quando conseguiu, o goleiro Jeferson salvou sua meta mais uma vez.

Agora, o CSE vai muito vivo para o confronto final, jogando diante de seu torcedor. E o CSA que é o favorito do confronto, precisa traduzir este status em boa performance. 

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