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Polícia
Postada em 07/11/2018 12:31 | Por Assessoria
Polícia Civil prende dois integrantes de organização criminosa
Suspeitos foram localizados nas cidades de Marechal Deodoro, Barra de São Miguel e Maceió
Mandados de prisão foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital - Foto: Assessoria

Dois integrantes de uma organização criminosa foram presos, na manhã desta quarta-feira (7), durante operação da Polícia Civil, nas cidades de Marechal Deodoro, Barra de São Miguel e Maceió.

O trabalho mobilizou policiais da Divisão Especial de Investigações e Capturas – GRE/DEIC, e da Delegacia da Barra de São Miguel, comandados pelos delegados Fábio Costa e João Marcelo, e cumpriu mandados de prisão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.

Os mandados tiveram como alvos pessoas ligadas à organização criminosa especializada no tráfico de drogas e resultou na prisão Pablo Rodrigo Brandão de Oliveira, 36 anos, conhecido como “Cavalcante”, e Inaldo Andrade da Fonseca, 50 anos, o “Naldo”. As prisões aconteceram nos bairros de Jatiúca e Vergel do Lago.

A investigação, realizada durante quatro meses, tinha como alvo o tráfico no bairro da Jatiúca, onde agia Alan Alves da Fonseca, conhecido como “Juninho”, que era o chefe do grupo e foi assassinado no dia 12 de agosto deste ano.

O delegado Fábio Costa informou que, mesmo após a morte do líder da organização, foi dada continuidade às investigações e logo foi possível chegar à pessoa de Inaldo, que é taxista e seria o responsável pelo transporte das drogas e dos demais membros do grupo. Além dele, também foi preso Pablo Rodrigo, que era o fornecedor direto de Juninho.

O delegado acrescentou que eles eram responsáveis pelo tráfico de Rohypnol, popularmente conhecido como Rupinol, medicamente de uso controlado e vendido sob prescrição médica. Trata-se de um tranquilizante aproximadamente 10 vezes mais potente que o Diazepam.

“Essa droga é muito utilizada para o cometimento de roubos, pois seu efeito paralisante de ação rápida, leva a vítima à sonolência se tornando alvo fácil para os bandidos, muito semelhante ao conhecido “boa noite cinderela”, acrescentou o delegado.

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