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Política
Postada em 15/11/2019 15:10 | Atualizada em 16/11/2019 17:53 | Por Todo Segundo
Fim das coligações pode aumentar renovação na Câmara de Palmeira em 2020
Desgaste da Câmara de Vereadores de Palmeira e a nova regra, podem aumentar ainda mais a taxa de renovação no legislativo municipal
Fim das coligações e desgaste da Câmara de Palmeira, podem aumentar renovação em 2020 - Foto: Arquivo / Todo Segundo

O fim das coligações nas eleições proporcionais – vereadores e deputados – entrará em vigor a partir das eleições municipais de 2020. A rejeição da Câmara de Vereadores de Palmeira dos Índios e a nova regra, podem aumentar ainda mais a taxa de renovação no legislativo municipal.

Em 2016, nomes tradicionais da política local ficaram de fora da eleição para a Câmara Municipal de Palmeira. Apenas Agenor Leôncio, Ronaldo Raimundo Júnior e Fábio Targino conseguiram se reeleger.

A proibição de coligações nas chapas proporcionais tem o objetivo impedir que um partido “transfira” votos para candidatos de outras legendas, com votação inferior, apenas por estarem coligados. Com as mudanças, os novos e velhos atores da política palmeirense já começaram as articulações, com vistas em 2020.

Na cidade, vereadores e pretensos candidatos rumo à Câmara Municipal nas próximas eleições do próximo ano, já costuram acordos nos bastidores e calculam perdas e ganhos. É que agora, os campeões de votos só ajudarão a eleger integrantes de suas próprias siglas.

Nas eleições de 2016, mais 200 candidatos concorreram as 15 vagas do legislativo palmeirense. Com o desgaste da legislatura atual e o fim das coligações, o número de candidatos a vereador deve aumentar em 2020. Com isso, a renovação no legislativo municipal tende aumentar.

Mudanças nas coligações

O fim das alianças nas proporcionais nas eleições de 2020 pode fazer com que siglas atualmente “grandes” acabem se transformando em pequenas e deve gerar número recorde de candidaturas tanto aos Executivos quanto aos Legislativos.

Antes, para determinadas legendas, o apoio ao candidato da majoritária (no caso de 2020, a prefeito) era dado em troca de uma coligação proporcional vantajosa que permitia concentrar a campanha em poucos candidatos e eleger um ou mais deles na carona dos maiores partidos.

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