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Polícia
Postada em 07/05/2024 14:09 | Atualizada em 08/05/2024 07:11 | Por Todo Segundo

Padrasto que agrediu menino de 4 anos, em Palmeira se apresenta à polícia

Homem passará por audiência de custódia, antes de ser encaminhado para o sistema prisional
Criança estava internada na Unidade de Emergência do Agreste, em Arapiraca - Foto: Cortesia ao Todo Segundo

O padrasto suspeito de agredir o menino de 4 anos, em Palmeira dos Índios, se apresentou à Polícia Civil em Cacimbinhas, na manhã desta terça-feira (07). O caso foi registrado no dia 24 do mês passado no Conjunto Brivaldo Medeiros.

De acordo com o chefe de Operação da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, Diogo Martins, o homem passará por audiência de custódia, antes de ser encaminhado para o sistema prisional onde ficará à disposição da justiça.

Segundo Diogo Martins, a criança que foi violentada, sofrendo lesões pelo corpo, fraturas nas costelas e em uma das pernas, já passou por uma cirurgia no fêmur, recebeu alta médica e se encontra na casa de familiares fora de Palmeira.

“O promotor de Justiça já ofereceu denúncia contra a mãe da criança e o padastro. O Conselho Tutelar acompanhou o caso de perto. Já a criança precisou passar por cirurgias por conta das agressões que sofreu. Ele agora está na casa de parentes fora da cidade”, disse o chefe de operações.

A polícia foi acionada e, chegando ao local, a mãe teria negado a situação com o intuito de proteger o seu companheiro e padrasto da vítima. A mãe do menor foi presa no mesmo dia, enquanto que o padrasto estava foragido.

“Estamos diante de um caso de extrema violência, quando a pessoa que deveria ofertar amor e proteção, toda a condição de amparo, foi omissa e preferiu acobertar o companheiro quando brutalmente espancava seu filho de quatro anos. Uma criança indefesa que barbaramente teve o fêmur quebrado. O que pedimos é que sejam responsabilizados, condenados e paguem por pelos três crimes narrados”, disse a semana passada o promotor de Justiça Ivaldo Silva.

“Mesmo vendo que a criança sofrera agressões graves e diante da situação em que se encontrava, com a perna quebrada, a mãe não prestou a menor assistência, quiçá levou o menino para receber atendimento hospitalar. Inaceitavel”, reforçou o promotor Ivaldo Silva, que está à frente do caso.

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