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Postada em 06/01/2026 16:22 | Atualizada em 06/01/2026 16:33 | Por Todo Segundo

Dor e comoção marcam sepultamentos das vítimas do acidente em Piranhas

Acidente deixou sete mortos na AL-220; última vítima fatal será enterrada nesta quarta-feira (07)
Dor e muita tristeza marcaram os sepultamentos das vítimas do acidente em Piranhas - Foto: IT Noticias

Dor, comoção e muita tristeza marcaram os sepultamentos na manhã desta terça-feira (6), de cinco pessoas da mesma família vítimas da grave tragédia registrada no último domingo (4) na rodovia AL-220, no Distrito de Piau, em Piranhas.

As vítimas foram identificadas como o patriarca Cícero Pereira de Oliveira, sua filha Elyssandra da Silva Oliveira Santos, de 31 anos, e os netos de Cícero, filhos de Elyssandra: Kaique Gabriel Oliveira, de 14 anos, Ana Laura da Silva Novais, de 8 anos, e o bebê João Miguel da Silva Tavares, de apenas 1 ano de idade.

O sepultamento ocorreu na cidade de Piranhas, reunindo familiares, amigos e moradores, que prestaram as últimas homenagens em um clima de profunda dor e tristeza. A despedida foi marcada por silêncio, lágrimas e manifestações de solidariedade, refletindo o impacto da tragédia que abalou não apenas a família, mas toda a comunidade local.

O acidente, considerado um dos mais graves já registrados naquele trecho da AL-220, envolveu também o ex-vereador Cleiton Barros, de 29 anos, filho do presidente da Câmara de Vereadores de Piranhas, que morreu no local, e Leonora, esposa de Cícero, mãe de Elyssandra e avó das crianças, que se tornou a sétima vítima fatal após não resistir aos ferimentos. O sepultamento de Leonora está previsto para esta quarta-feira (07).

A tragédia deixou um rastro de luto em Piranhas, Olho d’Água do Casado e cidades vizinhas, unindo a população em oração, solidariedade e apoio às famílias atingidas.

Equipes da Polícia Civil de Alagoas seguem investigando as circunstâncias do acidente, com o objetivo de esclarecer a dinâmica da colisão que resultou em sete mortes e ferimentos graves. Enquanto isso, a comunidade se mantém em luto coletivo, refletindo sobre a fragilidade da vida e o impacto da tragédia que abalou o Sertão do Estado.

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